A imaginação é mais importante que o conhecimento

 A citação "A imaginação é mais importante do que o conhecimento" costuma ser erroneamente citada como "A imaginação é mais importante do que a educação".

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conhecimento

A citação “A imaginação é mais importante do que o conhecimento” costuma ser erroneamente citada como “A imaginação é mais importante do que a educação”.

A citação original realmente significa que a imaginação é mais importante do que os fatos. Conhecimento são os fatos obtidos na escola. Todos nós queremos fatos, os fatos são úteis de muitas maneiras, mas os fatos não são tudo. Sem imaginação, os fatos são apenas fatos. Sem a mente para imaginar, os fatos são inúteis.

O que são fatos sem a mente para imaginar? Sem imaginação, a matemática é apenas cálculos estúpidos. A ciência são apenas fatos que existem. Pessoas sem a capacidade de imaginar são incapazes de pensar abstratamente – são incapazes de diferenciar entre uma maçã e um limão. Eles são incapazes de entender como o tempo muda os eventos. Pessoas sem a capacidade de imaginar não podem ser crianças.

Walt Disney disse a famosa frase: “Acho que a imaginação é mais importante do que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo”.

Qualquer pessoa pode acessar a Internet e pesquisar fatos sobre qualquer assunto. No entanto, é necessário um espírito de criatividade e imaginação para ter ideias novas e diferentes. É assim que surgimos com novas invenções e qualquer coisa nova e diferente.

Vivemos em uma sociedade que parece gostar de jogar pelo seguro e viver com um certo nível de conhecimento e conforto. Gostamos de ficar dentro das nossas zonas de conforto. Quando saímos dessas fronteiras, damos um passo para o desconhecido. E é aqui que as coisas mais emocionantes acontecem.

Criatividade e imaginação é o que impulsiona os solucionadores de problemas e os pioneiros, que estão sempre à frente da sociedade.

A importância da imaginação transcende o conhecimento

Assim não há quem duvide que a imaginação é muito importante para que os seres humanos possam desenvolver novas perspectivas e ideias. Por exemplo, Einstein imaginava códigos de computadores como um grupo de seres espiando por uma janela. Isso lhe permitiu criar a Teoria da Relatividade.

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Shelly Tsai escreveu:  “Podemos considerar um organismo vivo como uma espécie de máquina”, disse Albert Einstein. Em sua opinião, um organismo vivo era uma máquina composta de muitas máquinas menores, células. Em outras palavras, não havia diferença entre as partes de uma máquina e as de um organismo.

Em 1933, Einstein imaginou um computador como um grupo de criaturas. As criaturas estariam olhando por uma janela que seria uma tela. Para eles, esta janela era uma visão de um mundo mais amplo. Eles assistiam às cenas na tela e descobriam o que estavam vendo. De acordo com Einstein, este processo era a mesma coisa que a mente humana funcionando. A mente humana não sabe a fonte do que é sentido.

Além dos cientistas, a imaginação esteve na base de grandes inventos que a humanidade já teve, como a linha de produção, a televisão, a fotografia, a geladeira, a escova de dentes, entre outros.

Portanto, é um equívoco comum que a imaginação de alguém é menos importante do que o conhecimento. Na realidade, a imaginação pode ter um grande impacto na vida de uma pessoa, tanto quanto o conhecimento.

É importante ter um conhecimento abrangente de muitas coisas, mas, como indivíduo, é a sua imaginação que pode ajudá-lo a ser diferente dos outros.

A imaginação permitirá que você seja o autor de sua própria história, sem quaisquer limitações.

A imaginação pode ajudar alguém a ver o potencial de uma situação, ao passo que o conhecimento só oferece limitações.

A imaginação permite que você veja o que não pode ser visto ou ouvido. O conhecimento só oferecerá o que pode ser visto ou ouvido.

Para que os filósofos investigam o processo do conhecimento

O filósofo começa com um conjunto de crenças, sejam verdadeiras ou falsas, e então examina o raciocínio para determinar a validade das crenças iniciais.

O filósofo faz isso ao colocar muitas questões sobre a natureza do conhecimento, por exemplo, o conhecimento muda com o tempo?

O filósofo também tenta responder a perguntas sobre como outros lidaram com o processo de conhecimento. Como disse Platão, “nunca se pode ter certeza de que encontrou o conhecimento”, o pesquisador também deve ter cuidado para não ser muito confiante em suas afirmações.

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É que a pesquisa mostrou que os processos cognitivos são influenciados por vieses, que podem afetar nossas conclusões. Os filósofos estudam a lógica para ver quais verdades podem ser extraídas da experiência humana. Compreender a lógica do pensamento é difícil, mas não impossível.

Na arte da Lógica, o processo de pensamento começa no momento em que ocorre um evento que desencadeia uma ideia no cérebro. O processo subconsciente da pessoa para processar esse pensamento é chamado de lógica. A lógica começa no cérebro antes de ser expressa. Este processo é quase totalmente inconsciente e não pode ser visto. O objetivo é estar atento, ou seja, consciente de seus argumentos.

Já quanto às provas, os filósofos usam o método científico para investigar o processo de aquisição de conhecimento que nunca deve ser considerado estritamente linear. Em vez disso, deve ser visto como uma espiral. À medida que adquirimos conhecimento, muitas vezes descobrimos coisas que nos forçam a mudar nossa abordagem original. É aqui que dar um passo atrás se torna uma etapa importante no processo. Nosso objetivo deve ser tentar nos manter abertos para essa possibilidade.

Mas a nossa imaginação é afetada pelo poder dos interesses especiais. O conhecimento é moldado pela linguagem, cultura e poder, por isso não pode ser considerado puro, objetivo ou livre. E o poder da mídia sempre será ser algo para ser desconfiado.

John Locke disse uma vez: “Os pensamentos surgem como fumaça e desaparecem como um vapor, e essas fantasias e loucuras se apresentam como aparições para nós.”

É com essa mentalidade que o método científico é elaborado; é um meio de tornar nossos pensamentos e ideias mais permanentes e menos propensos a serem baseados em preconceitos pessoais.

Levando em consideração que o método científico é o processo pelo qual a comunidade científica tenta responder a questões específicas por meio de hipóteses, testes e avaliações de hipóteses, seu objetivo, de acordo com John Locke, é chegar mais perto do “conhecimento verdadeiro”.

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John Locke acreditava que os pensamentos primários existem na mente enquanto o conhecimento é resultante de sua percepção. Porém, na nossa diversa experiência de realidade (que sempre deve ser relativa, visto que nosso cérebro é um redemoinho de memórias, confusões, ilusões, pontos de vista, preconceitos e limitações), aquele pensamento primário só adquire mais robustez quando agrega ao conhecimento o sentimento do que a pessoa está pensando.

O que é gestão do conhecimento

Com o avanço do conhecimento para diferentes direções, as empresas transformaram a gestão do conhecimento em uma ferramenta que permite analisar e manter os recursos organizacionais, o fluxo de informações, os processos e os resultados, para que sejam melhorias para o empreendimento.

A gestão do conhecimento tem seus pontos fortes, usando a análise de sistemas para aumentar a produtividade, combinando a utilização de dados com a coleta de informações a fim de aumentar a inteligência operacional, aumentando assim a produtividade dos empreendimentos.

Em resumo

Imagine o que podemos alcançar quando paramos de nos preocupar se nosso conhecimento é correto ou não e percebemos o imenso potencial que a imaginação tem!

A imaginação é o nosso maior ativo criativo, permitindo-nos construir uma realidade antes mesmo que ela exista. A capacidade de imaginar ideias e conceitos foi usada ao longo da história para criar algumas de nossas maiores invenções, desenvolvimentos e obras de arte como já é sabido.

O pensamento imaginativo é o processo de ter uma ideia, combinando essa ideia com outras ideias e, em seguida, expandindo essas ideias ainda mais. A resolução de problemas e o pensamento crítico são os principais fatores a serem considerados ao discutir o pensamento imaginativo. A capacidade de pensar de forma criativa e gerar soluções exclusivas é uma habilidade que pode ser ensinada e aperfeiçoada. Imaginar, portanto, tem um valor incomensurável na construção do mundo e das realidades como um todo.

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