A inteligência artificial pode melhorar a literatura?

A inteligência artificial surge então como nova ferramenta para a literatura. Há um debate se a inteligência artificial poderia incorporar as capacidades literárias que o cérebro humano tem e produzir algo similar a uma obra literária.

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inteligência artificial

O autor Peter David escreveu um artigo no qual ele defende que a inteligência artificial pode melhorar a literatura.

Ele diz que os livros de autoria de inteligência artificial poderiam ser melhores porque as tecnologias de inteligência artificial podem ser usadas para criar histórias mais complexas e fortes.

“Como escritores, as mãos de um programador é muito melhor para produzir cenários dinâmicos e crescendo emocionalmente que qualquer ser humano é em qualquer momento.” David escreveu.

A verdade até agora é que a literatura como um todo é despertada em grande medida pela criatividade e imaginação do autor ou autora.

A inteligência artificial surge então como nova ferramenta para a literatura. Há um debate se a inteligência artificial poderia incorporar as capacidades literárias que o cérebro humano tem e produzir algo similar a uma obra literária.

Mas já se sabe que A.I. é uma ferramenta que poderia ser usada para criar um livro que contenha, por exemplo, um humano da segunda metade do século XX. A.I. certamente não substituiria um ser humano, mas poderia ser usada para produzir um produto que tem grandes chances de ser único e emocional também.

A ideia de inteligência artificial substituindo um autor humano no processo de escrever um romance não é mais uma questão interessante, mas uma realidade no mundo da ciência.

Tudo começou com um texto apresentado num congresso sobre inteligência artificial, que culminou com o resultado de que um computador escreveu o filme “A Guerra dos Tronos”.

Será que um personagem da ficção pode ser substituído por uma inteligência artificial? Essa substituição não deveria ser considerada uma perda de personalidade?

Nesse contexto A.I. seria talvez um novo olhar lançando-se na direção de uma criação original, com “cara e alma” de robô.

A inteligência artificial lê seus livros para você?

A assistente de inteligência artificial (A.I.) é uma tecnologia utilizada para simplificar e agilizar todos os tipos de processos, inclusive aqueles relacionados à leitura.

Esta tecnologia é capaz de executar diversas funções, mas algumas delas demonstram que tem potencial para contribuir significativamente para a leitura:

  1. Compartilhamento: A capacidade de compartilhar artigos e bases de dados é um dos componentes mais importantes. Ao compartilhar os dados, as pessoas podem ter acesso a mais informações de forma automática.
  2. Tradução: A inteligência artificial também possui a capacidade de traduzir posts e conteúdos. Uma vez traduzido, os posts ficam disponíveis para qualquer pessoa que compartilha o idioma.
  3. Pesquisa: A inteligência artificial tem a capacidade de pesquisar, identificar e recolher dados, e incorporar versões alternativas ou traduções para encontrar informações mais completas.

A inteligência artificial também está mudando o modo como nós lemos e como ela possui o potencial de tornar a leitura acessível para pessoas com dificuldades de leitura e comunicação.

A inteligência artificial é um artifício que imita inteligência humana. Ela está sendo cada vez mais usada como substrato para a criação de música, vídeos, e ainda está sendo testada para a produção literária.

Na contramão dessa nova realidade é sabido que muitas pessoas estão preocupadas com os riscos da inteligência artificial ser capaz de escrever uma história, ou um livro, de forma mais fácil do que os humanos.

Mas será mesmo que os robôs podem melhorar a indústria literária?

Roger Fulton diz em um de seus textos que é bom começar a assimilar o conceito da inteligência artificial, porque, hoje, ela tem poder igual aos blogs e redes sociais, ou até maior.

Certo é que muitos avanços estão acontecendo na indústria literária. As pessoas estão cada vez mais absortas com o grande número de textos disponíveis sobre os setores.

Por exemplo, as pessoas leem resenhas e postagens em blogs e usam suas opiniões e preferências para decidir o que ler e o que não ler. Mesmo assim, mesmo com todos os avanços, a indústria literária não consegue dizer no que as pessoas estarão ou não interessadas.

A inteligência artificial pode ser uma boa solução para esse problema uma vez que ela pode pegar as opiniões e preferências que as pessoas dão e usá-las como dados para prever o que as pessoas vão gostar e o que não vão gostar. Dessa forma, as pessoas poderão ler livros que se enquadrem em seus critérios e não perder tempo com aqueles que não irão gostar.

Já se passaram alguns anos desde que os robôs coletores inteligentes se tornaram bastante comuns.

Eles são até preferidos aos próprios humanos, já que os robôs são completamente dedicados ao seu trabalho e são mais precisos do que os humanos, muitas vezes encontrando variações que os colecionadores humanos não poderiam reconhecer imediatamente.

É possível escolher o coletor inteligente que mais lhe agrada e deixar o incômodo de carregar livros que você não tem interesse e solicitar aos robôs os que você deseja que eles irão buscá-los para você.

Coletores de Dados

O nome adequado para um coletor inteligente é “data collector”. Estes tipos de colecionadores inteligentes fornecem aos pesquisadores dados reais, a cada segundo, a partir da internet.

Por exemplo, coletores inteligentes podem monitorar o que as pessoas estão falando sobre uma determinada medicação, bem como o que está sendo publicado no Twitter.

Os coletores inteligentes estão cobrindo um vasto número de questões e temas. De energia, transporte, segurança e liderança, eles têm estudado tudo desde tecnologias para os mais pobres, até desenvolver soluções para os problemas que afetam as pessoas mais ricas, como sustentabilidade.

Investir em sistemas de coleta inteligente tanto para empresas e governos tanto como para startups está provando ser vital para o futuro e a literatura parece que chega a uma cidade estranha feito um forasteiro. Mas tudo indica que veio para ficar e se chamar mineiramente de “Ô trem bão de robô que escreveu isso aí, uai!” .

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